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No ano de 1998, estava em Boissucanga SP, vendendo residências em um condomínio frente ao mar, Pousada do Barão, quando ocorreu um festival Halley Davidson. A noite tive a felicidade de presenciar um show com Serguey, maravilha, maravilha, maravilha. Interpretou Help (Beatles), várias dos Rolling Stones, algumas de autoria própria. Fantástico  Serguei. Fiz uma página a 6 anos passados em homenagem a essa fera do Rock, hoje 21 de julho de 2009 recebo algumas fotos do lançamento de um novo CD. Com certeza vale a pena adquirir essa maravilha. Gilson Aguiar (julho 2009)

 

Abaixo as fotos recebidas nessa data e cópia do e-mail

Olá ! Meu nome é Alex "Anjo" Baterista da Banda Carioca PANDEMONIUM. Acabamos de lançar um CD com o lendário roqueiro SERGUEI , chamado "Bom Selvagem" ´. Estou enviando algumas fotos ! Abraço !

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Sou Normal

LENDA VIVA DO ROCK


Nós vivemos numa comunidade cheia de regras. Ora! que se fodam as regras! Eu não estou nem aí! Nunca estive pra elas. Com dezoito anos, eu já estava bem liberado pra época. Antes, meu pai não aceitava o jeito que eu era, e só minha mãe me dava força. Ele queria que eu fosse aquela coisa padrão, maravilhosa... Mas, muito cedo eu me rebelei contra aquilo...
Serguei


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Serguei
Herói outsider do rock nacional

*Captain Soul/Fernando Rosa


"Serguei é um outsider do rock nacional", definiu certa vez Kid Vinil, sintetizando a história do roqueiro que desde os anos sessenta assombra o oficialismo das gravadoras e as regras "sociais". Nascido Sérgio Augusto Bustamonte, em 8 de novembro de 1933, Serguei (apelido dado por um amigo russo) beira os 70 anos esbanjando energia, alegria e, acima de tudo, ironia. Como uma espécie de homenagem informal, o selo paulista Baratos Afins acaba de lançar uma coletânea com 13 músicas da longa carreira do músico.

     A coletânea lançada pela Baratos Afins resgata a obra do roqueiro, em 13 músicas que acentuam o lado psicodélico da discografia, dando pela primeira vez a real dimensão da importância da obra de Serguei. Além do 'folclore' em torno de sua figura, a seleção musical de Calanca mostra um repertório de clássicos da psicodelia nacional, com instrumental típico (com muita fuzz-guitar) e letras doidonas. Além da ótima seleção e da produção técnica esmerada, a coletânea vem embalada em uma capa fiel ao espírito de seu conteúdo musical.

    A história de Serguei é um roteiro clássico ‘sessentista’, que envolve demissões de empregos caretas, encontros com heróis do rock e uma discografia errática. Depois de morar nos Estados Unidos, nos anos cinqüenta, Serguei passou por bancos, foi comissário de bordo de diversas empresas aéreas e exerceu outras atividades convencionais, sendo demitido gloriosamente de todos elas. Nos anos sessenta, conheceu Jim Morrison, Jimi Hendrix e Janis Joplis, que rendeu o folclórico reencontro no Rio de Janeiro.

    Entre 66 e 67, passando ao largo da Jovem Guarda, e sintonizando a psicodelia que explodia com o ‘verão do amor’, Serguei gravou ‘Eu Não Volto Mais’ (falando no perigo da bomba atômica), ‘As Alucinações de Serguei’, ‘Maria Antonieta Sem Bolinhos’ (um clássico!) e ‘Sou Psicodélico’. Em 69, gravou o compacto ‘Alfa Centauro/Aventura’, acompanhado do grupo carioca The Cougars, lançado pelo selo ‘Orange’, que flertava com a tropicália, mas sem perder a ‘acidez’ psicodélica. Em 1970, lança o compacto com ‘O Burro Cor-de Rosa’ e ‘Ouriço’, produzido por Nelson Motta, com sugestivas letras que lhe renderam alguns probleminhas com a ditadura.

    Desde então, ele gravou esporadicamente, com destaque para o compacto ‘Hell’s Angels do Rio’ e ‘Ventos do Norte’, com a a banda Cerebelo, lançado em 1983. No ano seguinte, vem mais um compacto com ‘Mamãe Não Diga Nada ao Papai’ e ‘Alergia’, produzido por Hernam Torres. O primeiro e único LP veio somente em 1991, depois de uma surpreendente e elogiada apresentação no Rock in Rio II. No disco, além de originais, estão covers para clássicos do rock, como 'Satisfaction', dos Rolling Stones, e uma hilária versão para 'Roll Ober Beethoven', que virou 'Rolava Bethânia'. Assim como os compactos, o LP permanece inédito em cd.

    Sem saber, ou fazer disso um estilo de vida, Serguei viveu e sobreviveu musical, cultural e existencialmente feito um anjo pirado, à margem do rebanho, como ele diz.

PS – quem quiser saber mais sobre Serguei pode ler o livro ‘Serguei, o Anjo Maldito’, de João Henrique Schiller, lançado pela CZA Editora, em 1997, que traz depoimentos, fatos da carreira e discografia.

Serguei - Serguei
Baratos Afins
(2002)

Músicas
Eu Não Volto Mais
As Alucinações de Serguei
Alfa Centauro
O Burro Cor-de-Rosa
Ouriço
De Sol a Sol
Maria Antonieta Sem Bolinho
Eu Sou Psicodélico
Hell's Angels do Rio
Ventos do Norte
Mamãe Não Diga Nada ao Papai
Alergia
(Bônus) Aventura



Vários títulos este livro poderia ter. Serguei, na verdade, é tudo isso e muito mais. Luz que não se apaga com o tempo, Serguei é o maior divulgador do Rock no Brasil.

20 Anos antes de nascer o Rock 'n Roll

Mais precisamente em 8 de Novembro de 1933, na zona norte do Rio de Janeiro, nascia Sergio Augusto Bustamante. Na infância um amigo Russo lhe chamava de Sergei, porque tinha dificuldade em pronunciar seu nome corretamente, e o apelido ficou.

É impossível contar a historia do rock sem envolver a figura de Serguei, pois foi num festival de rock em Long Island que conheceu Janis Joplin em 1968. Depois viu Jim Morrison tomando coloridas pílulas de Sunshine enterrado num sofá da sala do Motel "La Cienega Boulevard"; e ainda conheceu de perto Jimi Hendrix em Las Vegas.
Mas a glória mesmo foi reencontrar Janis em 1970 para uma canja em seu show na boate New Holliday, no Porão 73 no bairro do Leme, Rio de Janeiro.

Seu trabalho ficou restrito a pequenas lojas e audiófilos mais antenados com o não convencional; hoje insuficiente para os aficcionados dos itens obrigatórios da nossa cultura musical underground.

Serguei se compara a um ponto luminoso qualquer perdido no tempo e no espaço sem saber direito de onde ou para o que veio.
Trava constantes batalhas entre a própria vida e sua arte. Paulo Coelho disse que este "Anjo Maldito" amaldiçoa os Deuses por eles não lhes revelarem sua missão no nosso planeta.

Mas sabemos que ele se diverte vendo gerações irem e virem, sem se dar conta de que já entrou para a galeria do eterno, como um Pop Star. Por forças circunstanciais, poucos tiveram a oportunidade de conferir de perto seu talento. Apesar de seus quase 70 anos, este dinossauro do rock 'n roll do Brasil esbanja energia, sem precisar de nenhuma droga aditiva ou qualquer tipo de isotônico; sempre de visual bizarro, extravagante, hippie, autêntico, psicodélico e bem humorado, ainda acredita que o mundo é uma flor sem espinhos e sem dor. Talvez por isso continua agradando, pulando, gritando e dançando o tempo todo.

De lá para cá, deixou esporádicos registros de "singles fonográficos" gravados para pequenas produtoras em limitadas tiragens, somadas às dificuldades de distribuição.

Serguei é luz de válvula Serguei é cultura Rock and Roll, adorado pelo amantes das motocicletas e motoclubes do Brasil, como os Falcões Raça Liberta; já homenageou os Hell's Angels do Rio em 1983 quando era acompanhado pela Banda Cerebelo. E na sede dos Abutres em São Paulo lançou o livro biográfico "Serguei, o Anjo Maldito", escrito por João Henrique Schiller.
Só depois de cantar para mais de 50.000 pessoas sentadas no chão na segunda versão do Rock In Rio, em janeiro de 1991, recebeu o convite para gravar seu primeiro long-play pela BMG, que ainda hoje continua inédito no formato CD.
Serguei foi uma das primeiras sintonias com a pré psicodelia em "Eu não Volto Mais" e "As alucinações de Serguei" de 66. Usou e abusou das cores da Tropicália muito antes de flertar com ela na música "Alfa Centauro". E mais tarde, "O Burro Cor de Rosa" e "Eu Sou Pisicodélico". Todas estas, entre outras, estão sendo resgatadas e apresentados às novas gerações via Baratos Afins, que acredita estar preservando parte de nossos valores culturais.

O Dinossauro do Rock

A Lenda Viva

O Velho Camaleão

O Eterno Namorado de Janis Joplin.


 

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