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Segurança
Geral |
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FORMIGAS |
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Ciclo
de uma colônia de formigas |
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(a) Uma colônia
de formigas começa, em geral, quando uma rainha, isto e, uma fêmea
alada que acabou de realizar o vôo nupcial em que foi fecundada por
um ou mais machos, desce a terra, perde as asas e encontra um abrigo
ou escava uma câmara.
(b) Neste
local protegido, que chamamos ninho e que não precisa
necessariamente ser uma estrutura construída pela(s) formiga(s),
mas pode por exemplo, ser uma câmara que já existia sob uma pedra,
a rainha comeca a colocar ovos, dos quais após certo periodo,
emergem as larvas. A fase larval e quando as formigas crescem e as
larvas devem, portanto, ser continuamente alimentadas. A rainha pode
procurar alimento fora do ninho ou regurgitar sua musculatura ligada
às asas liquefeita, que jamais será utilizada de novo. Neste período
inicial a rainha é responsável por todas as tarefas da colônia, não
só a alimentaçäo das larvas e dela mesma, mas a manutençäo do
ninho e defesa da colônia.
(c) Com a
eclosão das primeiras operarias a rainha deixa de fazer a maioria
dos comportamentos necessários para a manutençäo do ninho e
desenvolvimento do colônia e passa a apenas botar ovos e a
limpar-se, enquanto as operárias fazem as outras tarefas, inclusive
alimentar a rainha. A colônia passa por um período de crescimento
tanto em populaçäo quanto no ninho que ocupa e na área em que
forrageia.
(d) A colônia
passa por um período de crescimento tanto em população quanto no
ninho que ocupa e na área em que forrageia.
(e) A
fase de crescimento colonial pode demorar alguns anos e a colônia
pode atingir um nùmero expressivo de indivíduos, as vezes até
alguns milhões convivendo ao mesmo tempo.
(f) Após
um certo tempo, que varia de espécie para espécie, mas em geral
demora alguns anos, a colônia produz a primeira geraçäo de
sexuados, isto e, machos e fêmeas aladas. Em geral os sexuados
produzidos pelas colônias de uma mesma região voam no mesmo dia e
hora, aumentando as chances de que se encontrem no vôo nupcial e
fechem o ciclo.
(g) Em
geral os sexuados produzidos pelas colônias de uma mesma região
voam no mesmo dia e hora, aumentando as chances de se encontrarem no
vôo nupcial e fecharem o ciclo |
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Fase
de Crescimento
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A
colônia passa por um período de crescimento tanto em população
quanto no ninho que ocupa e na área em que forrageia. Esta fase de
crescimento colonial pode demorar alguns anos e a colônia pode
atingir um numero expressivo de indivíduos, as vezes até alguns
milhões convivendo ao mesmo tempo
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Alternativas
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No
caso de formigas escravagistas, as operárias visitam ninhos de outras especies
onde "roubam" pupas que terminam seu desenvolvimento no ninho das
escravagistas, adquirindo assim o odor da colônia escravagista. Ao emergirem
estas operárias reconhecem as escravagistas como suas irmãs e colaboram no
seu desenvolvimento.
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Fase
de Crescimento II
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A
fase de crescimento colonial pode demorar alguns anos e a colônia
pode atingir um numero expressivo de indivíduos, as vezes até
alguns milhões convivendo ao mesmo tempo. |
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Produção
de Sexuados
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Após este
período, que varia de espécie para espécie, mas em geral demora
alguns anos, a colônia produz a primeira geração de sexuados,
isto e, machos e fêmeas aladas.
Alternativas
certas espécies produzem rainhas ápteras; um número ainda mais
reduzido produz também machos ápteros. |
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Como
identificar as Formigas
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Espécies
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Características
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Particularidades
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Hábitos
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Tapinoma
melanocephalum
Formiga-fantasma
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Operárias
pequenas, um nó na cintura, gáste r(abdomem) e cintura
claros, mesossoma e cabeça escuros.
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Andam
em ziguezague, fazem trilhas irregulares, não apresentam
vôo nupcial e preferem alimentos adocicados.
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Fazem
os ninhos pouco estruturados, dentro e fora das residências,
atrás de azulejos, de batentes e rodapés, e mudam de
local com freqüência.
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Paratrechina
longicornis
Formiga-louca
urbana
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Cor
variada do marrom escuro ao preto, antenas longas, um nó
na cintura.
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As
operárias andam irregularmente, quase em semicírculos,
daí a origem do seu nome (louca). O acasalamento ocorre
na entrada do ninho.
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Fazem
ninhos fora e dentro dos prédios, atrás de pedras usadas
em revestimentos de paredes e nas calçadas, atrás de
janelas e forros de estuque.
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Monomorium
pharaonis
Formiga-do-faraó
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Cor
amarela a marrom claro, com gáster liso e brilhante,
levemente escurecido na parte posterior e dois nós na
cintura.
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Não
apresenta vôo nupcial e apresenta altos riscos à saúde
quando ocorre em hospital, pois é vetor de bactérias
patogênicas.
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Constroem
os ninhos em pequenas cavidades em ambientes domésticos e
preferem alimentos ricos em gorduras e substâncias doces.
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Linepithema
humile
Formiga-argentina
urbana
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As
operárias são do mesmo tamanho e sua cor varia do marrom
claro ao marrom escura e apresentam um nó na cintura.
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Quando
ocorrem em edifícios sua população pode aumentar muito
e é comum ver rainhas na trilha do forrageio. Não
apresenta vôo nupcial.
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Fazem
ninhos perto das fontes de água e de alimento, como pias,
vasos de plantas e encanamentos e expulsam outras espécies
do seu território.
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Wasmannia
auropunctata
Formiga-do-fogo
urbana
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As
operárias são muito pequenas, do mesmo tamanho, de cor
marrom claro dourada com gáster mais escuro que o resto
do corpo. |
São
atraídas por carne e óleo, sua picada é dolorosa, a dor
pode durar várias horas e o veneno pode causar alergias. |
Constroem
os ninhos no solo ou nas árvores (parte interior ou sob a
casca) e podem infestar roupas, camas, berços e
alimentos. |
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Solenopsis
spp
Formiga
lava-pé urbana e rural
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Sua
cor varia do amarelo claro ao marrom até o preto
brilhante, é de difícil identificação, pois existem várias
espécies. |
Comem
plantas, animais e alimentos domésticos. Sua picada é
dolorida, provoca bolhas, alergias e até choque anafilático. |
Fazem
os ninhos fora de casa e formam um murundum de terra
solta. Podem infestar fiações, aparelhos elétricos e
cabines de eletricidade. |
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Camponotus
spp
Formiga-carpinteira
urbana e rural
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Podem
apresentar operárias de vários tamanhos; colorido do
amarelo ao preto; produzem som ao movimentar-se dentro da
madeira. |
Prefere
substâncias adocicadas, mas pode alimentar-se até de
pedaços de carne e ovos. Saem em vôo nupcial. |
Fazem
o ninho em cavidades do solo, em árvores vivas ou mortas,
batentes de janela, portas, assoalhos e podem infestar
aparelhos eletrônicos. |
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Pheidole
megacephala
Formiga
cabeçuda urbana
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Os
soldados são maiores que as operárias; cor variando do
avermelhado ao marrom e cabeça grande quando
comparada ao corpo. |
Forrageiam
perto dos ninhos e alimentam-se de produtos ricos em proteínas
e sucos de frutas. |
Em
geral, fazem o ninho no solo, do lado de fora das construções,
nas frestas das calçadas, ou dentro, nos rodapés de
alvenaria ou madeira. |
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Crematogaster
Formiga-acrobática
urbana e rural
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As
operárias são do mesmo tamanho e sua coloração varia
do amarelo ao marrom claro ou escuro. Seu gáster
apresenta forma de coração. |
Alimentam-se
de doces, manteiga e carnes e, quando perturbadas,
levantam o gáster na vertical, eliminando substância química. |
Fazem
os ninhos nos edifícios, em estruturas de madeira, ou no
exterior, em madeira morta, ocos de árvores, folhas no
solo, etc. |
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Atta
laevigata
Cabeça-de-vidro
cortadeira rural
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Cabeças
grandes, cor avermelhada, possui três pares de espinhos
no dorso do mesossoma. As operárias possuem cabeça
brilhante. |
Cultivam
fungos, principal alimento da cria e das rainhas, e parte
dos alimentos das operárias. Fazem vôo nupcial. |
Dependendo
da espécie, os ninhos são feitos em locais sombreados ou
ensolarados e possuem um monte de terra solta em volta. |
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Acromyrmex
crassipinus
Quenquém
cortadeira rural
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Cabeça
um pouco alongada, com 4 ou 5 pares de espinhos no dorso
do mesossoma. As operárias apresentam tamanho variado. |
Cortam
principalmente florestas cultivadas de pinus e de
eucaliptos, além de citrus, para produzirem fungos. |
Os
ninhos são feitos na superfície do solo e cobertos por
folhas e, às vezes, são subterrâneos e menores que o
das saúvas |
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Formigas
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O
jeito certo de combater as formigas
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No
calor, sua população aumenta e incomoda, mas apenas uma minoria é
prejudicial.
As
temperaturas estão mais elevadas e, com isso, pragas típicas,
urbanas e rurais, recomeçam a se movimentar. Uma das que mais
incomodam é a formiga. Inseto de grande importância econômica, as
formigas só não ocorrem nos pólos. Causam prejuízos no campo e nas
cidades, e danos à saúde pública. Estima-se em 18 mil as espécies
de formigas no mundo, sendo cerca de 10 mil conhecidas. Segundo o
professor Odair Correa Bueno, do Centro de Estudos de Insetos Sociais
do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (UNESP-Rio
Claro), a maioria é benéfica. Algumas contribuem para a fertilização
do solo e outras ajudam na polinização e no controle natural de
pragas.
"Se
tirarmos todos os cupins e formigas de uma floresta, ela morre",
ilustra. "Apenas 1% do total de formigas virou praga e cerca de
50 espécies estão adaptadas ao ambiente urbano". De acordo com
Bueno, de 2 mil espécies de formigas descritas no Brasil, 20 a 30 são
pragas urbanas. Grande parte alimenta-se de sucos vegetais, seiva de
plantas, néctar, substâncias e líquidos adocicados excretados por
insetos. As carnívoras, como as lava-pés (Solenopsis spp), que vivem
no campo e nas cidades, chegam a ser benéficas, pois alimentam-se de
outros insetos, protegem as plantas e limpam o jardim.
"Nas
cidades, ocorrem nos gramados e sua picada dá alergia", diz.
Elas danificam instalações elétricas e alimentam-se de partes
jovens, néctar e raízes das plantas. "São agressivas e
desalojam as espécies nativas."
Segundo
o pesquisador, as lava-pés, introduzidas nos EUA no fim do século
passado, vindas em navios, causam problemas ao país. "Lá elas não
tem inimigos naturais."
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Cortadeiras
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As
formigas cortadeiras - quenquéns (Acromyrmex) e saúvas (Atta),
cultivam o seu próprio alimento, os fungos, e causam danos
às plantas. Elas ocorrem nas Américas e o maior número de
espécies vive no Brasil. "Para manter o crescimento
das colônias, as saúvas precisam de muitas folhas, por
isso causam perdas grandes na agricultura", diz.
Para
ter-se idéia, o professor da Faculdade de Ciências Agronômicas
da Unesp-Botucatu, Luiz Carlos Forti, escreve, no manual
Formigas cortadeiras, biologia, ecologia, danos e controle:
"os prejuízos atingem até 14% em florestas de
eucalipto e pinus, quando ocorrem mais de quatro colônias/hectare."
Segundo ele, são necessárias 86 árvores de eucalipto e
161 de pinus para alimentar um sauveiro durante um ano. Já
a quenquém, prossegue, causam prejuízo de até 30% em
reflorestamento de eucaliptos quando há 200 colônias/hectare.
Lavouras comercias também sofrem com o ataque. Forti afirma
que a saúva mata-pasto (Atta bisphaerica) pode destruir até
3,2 toneladas de cana/hectare/formigueiro.
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Ambiente
urbano
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Entre
os insetos sociais, as formigas foram as que mais se
adaptaram às cidades.
Algumas
causam problemas em indústrias de alimentos, padarias,
restaurantes, escritórios, instituições de pesquisas,
biotérios, zoológicos, museus, gabinetes de eletricidade e
centrais telefônicas.
Entre
as formigas mais comuns nos centros urbanos estão as espécies
introduzidas Tapinoma melanocephalum (formiga-fantasma);
Paratrechina longicornis (formiga-louca); Monomorium
pharaonis (formiga-do-faraó); Pheidole megacephala (formiga-cabeçuda);
e as espécies nativas Wasmannia auropunctata (pequena
formiga-de-fogo ou pixixica) e Lenipthema humile (formiga-argentina),
além dos gêneros Camponotus (formiga-carpinteira);
Crematogaster (formiga-acrobática) e Solenopis (lava-pé).
Algumas representam perigo à saúde pública quando invadem
hospitais. "Elas transportam microorganismos patogênicos,
atuando como vetor mecânico", diz.
Levantamento
feito pelo professor Odair Bueno, em 12 hospitais do Estado
de São Paulo, revelaram infestação de formigas de várias
espécies, destacando a formiga-fantasma e a formiga-louca.
Em um dos hospitais, no Sudeste, 16,5% das formigas
coletadas tinham bactérias patogênicas. Os berçários e
as UTIs foram as alas com maior índice de infestação,
segundo Bueno. Ele diz que a presença de formigas em áreas
críticas e a ocorrência de altas taxas de bactérias patogênicas
associadas são riscos em potencial na infecção
hospitalar.
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